sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Você conhece Seu Self?



Semana passada muitos leitores nos questionaram como realizar a tarefa exposta na frase “O fato é que chegou a hora de assumirmos a responsabilidade” (citada no artigo Sua empresa tem uma estratégia para fazer 2015 melhor?  de 7 de janeiro 2015).

Aprendi que devemos evitar a cultura da busca aos que ocasionam uma falha, e sim focarmos na busca da solução e eliminação destas falhas, e com essa atitude podemos ter um ganho de aprendizado. (de modo a aprendermos com estes desvios) Posteriormente capacitarmos os envolvidos para que estas anomalias não ocorram novamente.

Estudos nos indicam que para tal comportamento é necessário passarmos por algumas etapas, sendo a primeira delas o autoconhecimento.

O autoconhecimento nos proporciona habilidade interpessoal, amplia a capacidade de comunicação e facilita a tomada de decisão. Mas aí fica a questão...Como obter o autoconhecimento de modo estruturado? 

Atualmente o Coaching, que deverá ser aplicado por profissional habilitado, utiliza métodos que aceleram o processo do autoconhecimento e desenvolvimento de competências, melhorando nossa performance para alcançarmos nossas metas e objetivos.

O profissional de Coaching, através de diferentes ferramentas (questionários, inventários, testes, etc.), muitos deles você já pode ter ouvido: DISC, MBTI, etc..., buscam “fotografar” (traçar) o perfil psicológico  do indivíduo, (isto é a imagem aproximada de) nos ajudando a entender quem somos e como agimos perante a cada situação.

A avaliação do profissional de Coaching é uma avaliação complexa e a definição dos procedimentos para traçar o perfil psicológico de um indivíduo nem sempre são as mesmas, pois depende muito de cada indivíduo.

Através do perfil psicológico do indivíduo o profissional de Coaching identifica uma série de comportamentos, tais como: tipo de humor predominante, capacidade de socialização, discurso, linguagem, como ele pensa, avalia inteligência emocional e outras dimensões mentais, etc.., que auxiliam o desenvolvimento das competências necessárias para o alcance de metas e objetivos.

O autoconhecimento é a base para o desenvolvimento de sua liderança pessoal e tomada de decisões, conheça um pouco mais entrando em contato com nossos consultores. Até!!!

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http://iranifranco.blogspot.com.br/ (Coaching como metodologia de auto conhecimento?)







Luiz Carlos Teixeira – Executivo Sênior e Consultor em Sistemas da Qualidade ISO e Black Belt Lean Six Sigma

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Sua empresa tem uma estratégia para fazer 2015 melhor?






Iniciamos 2015 com um cenário econômico fragilizado, com incertezas e nosso PIB em queda, este cenário tem levado as empresas a reduzirem os investimentos em expansão e novas tecnologias adotando uma política de redução de custos operacionais, muita das vezes sem a estrutura correta; Porém se o objetivo na redução de custo não for alcançado a demanda não virá e o próximo passo será a redução da produção, podendo afetar o número de postos de trabalho.

Segundo a revista Industry Week o mercado americano prevê um crescimento na produção de 3,5% e um aumento de postos de trabalho no nível de 2,1%, devido aos desenvolvimentos tecnológicos que levam uma maior eficiência operacional e aos investimentos em tecnologias de manutenção preditiva dos equipamentos.

A análise do cenário  americano nos indica que não podemos deixar de investir em novas tecnologias e combater o desperdicio, seja ele por falta de manutenção em equipamentos, ou perdas operacionais. 

A estratégia gerencial disciplinada  Lean Six Sigma tem como objetivo melhorar a performance  e aumentar  a lucratividade  das empresas com foco no cliente. O Lean Six Sigma surgiu da integração dos pontos fortes do Six Sigma, que com suas técnicas estatísticas, aliada ao Sistema Lean de Manufatura, também conhecido como Sistema Toyota de Produção (Maiores detalhes em nosso blog no artigo Agora ficou fácil !!!!! de 2 de Dezembro 2014); Este sistema tem como objetivo eliminar todo desperdício, onde entende-se como desperdício tudo que não agrega valor ao cliente tem sido fundamental para o sucesso de muitas empresas.

Existem muitas razões para não se considerar o Lean Six Sigma no seu negócio, podemos enumerar uma série delas algumas válidas, outras não.

Sabemos que o medo do novo não é algo raro nas pessoas e o fato de nunca ter ouvido falar no Lean Six Sigma, pode ser uma ótima oportunidade de ampliar seus conhecimentos entender que o Lean Six Sigma difere de outros programas de melhoria contínua em três aspectos; O foco é no que realmente agrega valor ao cliente, as decisões são focadas em dados estatísticos e a gestão é toda voltada para o retorno do investimento.

O fato é que chegou a hora de assumirmos a responsabilidade e buscarmos conhecer esta estratégia gerencial disciplinada que nos auxiliará a construir uma estratégia com uma estrutura correta para nosso negócio, reduzindo o risco do fracasso. .

 Uma vez decidido pela implementação do Lean Six Sigma a sugestão é pela contratação de um consultor como forma de acelerar o processo de implementação, porém muitas empresas não gostam de contratar consultores externos e acabam perdendo oportunidades, pois terão que inicialmente treinar seus agentes multiplicadores e nem sempre a conta é favorável. 

Neste artigo não conseguimos passar todas as informações, se necessitar de mais entre em contato conosco. Até!!!

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Luiz Carlos Teixeira – Executivo Sênior e Consultor em Sistemas da Qualidade ISO e Black Belt Lean Six Sigma.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Consolidar ganhos e aumentar a produtividade


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É parte de nossa responsabilidade manter nosso país no caminho do desenvolvimento, tarefa que em 2015 deveremos iniciar com muito ânimo. Dentro de muitas perspectivas e oportunidades o trabalho para o aumento de produtividade deverá ser um caminho natural...

O cenário já nos mostra que o desafio não é pequeno.  Somente através do ganho de produtividade seremos capazes de gerar riquezas para o nosso país e como consequência, teremos uma distribuição de renda mais justa e equilibrada.

Quando falamos em aumento real de salário, temos que considerar que a única forma de conseguirmos isso, é através do aumento de nossa produtividade, pois só dessa forma compensaremos o aumento dos nossos custos.

Pois bem é aí que podemos fazer a diferença. Para nós da TI2H, 2015 chega repleto de desafios e de novas conquistas.

Para quem nos acompanha fica claro em nossas edições semanais do ti2h. blogspot.com.br , que as nossas ferramentas para assessoria e treinamento  empresarial,  trarão consideráveis ganhos de produtividade aos nossos clientes e parceiros.

A nossa prioridade é lhes oferecer nossos serviços de forma eficiente sendo nossa saída a geração dos resultados esperados no aumento da lucratividade e na melhoria dos processos.

Toda a nossa equipe está empenhada em realizar um trabalho de classe mundial em parceria com nossos clientes, comprovando assim o ganho que nossos produtos podem proporcionar, e quanto antes fizermos isso, mais cedo os resultados poderão ser usufruídos.

Este é um desafio que nos propomos enfrentar, com a mente aberta e foco no resultado.

Não vamos deixar para amanhã o ganho que podemos ter hoje. Vamos fazer um 2015 com PLANEJAMENTO E QUALIDADE.


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Hilton Froldi Jr – Consultor de Supply Chain Management – 

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Agora ficou fácil !!!!!



Estamos no Final de ano, com os economistas formadores de opinião prevendo um 2015 difícil, onde teremos um novo governo, com desafios dos mais diversos, onde podemos citar:  ajuste fiscal, reforma política, acelerar o desenvolvimento econômico, um governo com mais transparência, aí fica questão; Como obter sucesso do nosso negócio num ambiente de incertezas?

Bem, sabemos que quando não temos domínio do ambiente externo, esta habilidade tanto pode nos ajudar a atingirmos mais rapidamente o sucesso, como também pode nos levar a falência.

Quando olhamos para dentro de nossas empresas vemos que os resultados são em alguns dias melhores que em outros, as vezes dias de surpresas desagradáveis, utilizando–se dos mesmos recursos.

Não se assuste toda empresa sofre com estas variações, a sua não é exceção!
Se você verificar semana a semana os resultados das diversas áreas como Vendas, Produção, Supply Chain, Tecnologia e outras, chegará a conclusão que todas demonstram estas variações.

Por que não conseguimos repetir os dias bons todos os dias? 

Logo temos que romper os paradigmas, pensar fora da caixa, ou como queiram, pensar de um modo diferente.

O Sistema Lean de Manufatura é um sistema de produção e uma filosofia que foi desenvolvida pela Toyota, onde é conhecido como Sistema Toyota de Produção. Este sistema tem como objetivo eliminar todos os desperdícios, onde entendemos como desperdício tudo que não agrega valor ao cliente.

O Sistema Lean de manufatura identifica 7 desperdícios assim descritos:
1 – Superprodução – Produzir antes do prazo de entrega e deixar o produto armazenado.
2 – Inventário – Excesso de inventário e material parado entre fases dos processos
3 – Transporte – Movimentações desnecessárias da peça durante o processo
4 – Retrabalho – Desperdício com inspeção e o retrabalho
5 – Movimento - Movimentos desnecessários pelo operador
6 –Transformação – Quando a necessidade do cliente não está clara e adiciona-se processos desnecessários
7 – Tempo de espera do operador

A identificação destes desperdícios se faz através de equipes multifuncionais, com participantes utilizando suas diferentes habilidades e competências, através dos métodos de identificação e solucionadores de problemas, sendo os mais utilizados: (VSM – Value Stream Mapping) Mapeamento do processo, FMEA (Failure Mode Effect Analysis) para Identificação e classificação dos riscos, MASP ( Método de análise e solução de Problemas), 8 Disciplinas,  5W2H e  Six Sigma.

Como meio de verificar o progresso das melhorias implantadas, utiliza-se, por exemplo, o indicador de Eficácia dos Equipamentos OEE (Overall Equipment Efficiency), que é o produto de 3 índices: Disponibilidade * Performance * Qualidade, onde:

Disponibilidade = (Tempo disponível – Paradas Programadas)/ Tempo Disponível  * 100

Performance = (Ciclo teórico/Ciclo Efetivo) * ( Ciclo efetivo*unidades processadas/Tempo Operacional) * 100

Qualidade = (Produtos processados – Produtos Processados com defeitos) / Produtos processados * 100

Uma vez decidido pela implementação da metodologia e filosofia Lean, a sugestão é pela contratação de um consultor como forma de acelerar o processo de implementação.

Muitas empresas, porém, não gostam da prática de contratação de consultores externos e acabam perdendo oportunidades, pois terão que inicialmente treinar seus agentes multiplicadores e nem sempre a conta é favorável. 

Fatores de Sucesso:                
- Comprometimento da alta administração
- Trabalho em equipe
- Disciplina

Neste artigo não conseguimos passar todas as informações,  e se necessitar de algo mais entre em contato conosco. 

Até!!!

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Luiz Carlos Teixeira – Executivo Sênior e Consultor em Sistemas da Qualidade ISO 9001, ISO 14001, OSHA1800, Black Belt  e Lean Six Sigma.

domingo, 23 de novembro de 2014

Gestão Lean Seis Sigma . . Por que treinar?


“Nunca pare de aprender, porque a vida nunca para de ensinar “ (WWW.livelifehappy.com)


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj29EZQM5orL5qZD-3v8NZEKNjAg3XLlUPfAvWDh1EAYY8tIB3z6gcj8-AbozzFNlU3lrXpqIERs2OGCkSZLTtuB5lWGxYGMOs9WPiqJgkx5qU59sp9tkL3u0NbOMbfbcihMXwO6RfYlGSC/s1600/img_planejamento.jpg


-  Seis Sigma (Six Sigma) é um conjunto de práticas originalmente desenvolvidas pela Motorola para melhorar sistematicamente os processos ao eliminar defeitos.
Um defeito é definido como a não conformidade de um produto ou serviço com suas especificações.
Seis Sigma também é definido como uma estratégia gerencial para promover mudanças nas organizações, fazendo com que se chegue a melhorias nos processos, produtos e serviços para a satisfação dos clientes...
 - Lean manufacturing é traduzido como manufatura enxuta, é a adequação do chamado de Sistema Toyota de Produção e é definido como uma filosofia de gestão focada na redução dos sete tipos de desperdícios (excesso de produção, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimento e defeitos).
Eliminando esses desperdícios, temos uma melhoria na qualidade, no tempo de processamento (valores) e como consequência uma redução no custo de produção.
(Wickpédia)

Diferente de outras formas de gerenciamento de processos produtivos ou administrativos o Lean Six Sigma tem como prioridade a obtenção de resultados de forma planejada e clara, tanto de qualidade como tempo de ciclo, mais principalmente financeiros.


Para implantar/manter a gestão Lean Seis Sigma em uma empresa, algumas “categorias” de profissionais devem ser formados: os Sponsors, membros da alta administração que patrocinam a equipe e os projetos; os Champions, gestores que acompanham diretamente a execução dos projetos; os Master Black Belts, que agem como facilitadores da gestão Seis Sigma, auxiliam na definição das estratégias e dão apoio técnico aos demais Belts; os Black Belts, que são responsáveis por liderar equipes na condução de projetos multifuncionais; e os Green Belts, que lideram equipes específicas em projetos funcionais.

O coaching/acompanhamento realizado em paralelo, é importante e fornece diretrizes para a equipe em desenvolvimento e maximiza os resultados obtidos.

Quando somamos cursos comportamentais aos das ferramentas e metodologias, melhoramos a visão transformando o processo de melhoria contínua em um movimento envolvido com o meio e focado nos resultados. Treinar lideres é uma tarefa importante.

A seleção de projetos, aprimoramento e treinamento de profissionais, gerenciamento dos projetos, comunicação, análise crítica dos projetos, avaliação de recursos, reconhecimento e energia são algumas das responsabilidades desse tipo de liderança.

A implementação do Lean Seis Sigma implica em mudança cultural e que somente poderá ocorrer com o comprometimento da alta liderança.(saiba mais no artigo http://iranifranco.blogspot.com.br/2014/08/a-lideranca-e-o-lean-thinking.html)

A mudança cultural esperada na implementação do Lean Seis Sigma deverá abranger todos os níveis da organização e gerar motivação e ambiente livre de medo e positivo.

O treinamento dos “personagens” da Metodologia tem como principal objetivo capacitar as pessoas a “pensar diferente”, ganhando confiança na tomada de decisões com a utilização de dados e análises estatísticas.

Mudanças inovadoras com liderança adequada, fornece a empresa indicadores poderosos, conhecimento da real situação e cria oportunidades de melhoria e novos negócios gerando uma visão de futuro mais otimista e segura, e eu acho que é tudo o que desejamos nesse momento.

Boa semana!

Irani Faria Franco – Master Lean Six Sigma Black Belt - Especialista

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Mapas Mentais, uma ferramenta para o planejamento de projetos


Já aconteceu com você alguma vez?
Chega a hora de elaborar um projeto e você não acha todas as informações necessárias para o planejamento?  Colaboração dos envolvidos no projeto, “por onde anda”?
Quantas vezes você ficou frustrado tentando organizar as informações que foram “garimpadas” no início de um projeto?
Ou quando você lutava para lembrar de   algo óbvio, onde estava aquele tipo de conexão com um projeto que você trabalhou e tentou relacionar com as informações do projeto que você está trabalhando atualmente?

Na gestão do conhecimento, a metade do desafio é saber o que você não sabe.
Mas quando se trata de realmente usar o conhecimento para algum fim específico é que muitas vezes fica ainda mais difícil de compreender e comunicar o que você sabe.
Mapas Mentais são uma maneira de você organizar seu pensamento e conhecimento sobre qualquer assunto.
Mapas Mentais foram originalmente desenvolvidos por “Tony Buzan” na década de 1960 como uma forma de ajudar os alunos a melhorar suas notas usando apenas palavras-chave e imagens...você sabe como é difícil manter suas notas organizadas e relacionar estes itens em conjunto.
Normalmente, a informação é fornecida a você de uma forma linear, não necessariamente de forma sequencial. Então, quando você está tomando notas de algo novo para você, e está conectando estas ideias com as informações obtidas, você acaba tentando relacionar estas informações utilizando setas para tentar organizar os conhecimentos obtidos. 
Mapas mentais são mais eficazes porque eles enfatizam a criação e o uso de associações das informações de forma parecida como o cérebro humano funciona. O cérebro trabalha principalmente comparando, integrando e sintetizando, como cada palavra, imagem e ideia tem inúmeras ligações para compor outras ideias e conceitos.
Um modelo de mapa mental, um processo associativo de informações, começa com uma palavra ou um conceito central (título), que em seguida chama mais ideias-chave que se relacionam com esse conceito.
Você, então, pode tomar cada uma dessas ideias-chave e redesenhar com as novas informações que se relacionam com cada uma dessas palavras.
Essa forma de organização permite que um grande número de ideias relacionados possam rapidamente ser documentadas e organizadas, com praticamente nenhum esforço mental.
A natureza não-linear dos mapas mentais também torna mais fácil para “ligar” e “dar” referência cruzada para diferentes elementos do mapa. O mapa mental trabalha como uma gestão visual, as informações são facilmente relacionadas e novas ideias acabam surgindo.

A seguir um exemplo de mapa mental com as informações necessárias para a elaboração de um Termo de Abertura do Projeto:


Exemplo de Mapa Mental, de http:// http://www.mindjet.com/mindmanager

Autoria dos Mapas Mentais: Tony Buzan.

Hoje existem vários softwares desenvolvidos para nos auxiliar na criação e desenvolvimento dos mapas mentais. O mais utilizado pelos Gerentes de Projetos é o MindManager, que pode ser encontrado no site da Mindjet, www.mindjet.com.
Esta ferramenta é eficiente para o planejamento e comunicação e se integra com o Microsoft MS Project, ou seja, você pode elaborar o cronograma do projeto com todas as atividades com os recursos necessários e as datas estimadas e exportar para o MS Project sem nenhuma perda de informações.
Há outros softwares no mercado como o Mind Meister (www.mindmeister.com/pt) com funcionamento Online, o Mind Node (www.mindnode.com) que é compatível somente com o MAC OS, e um gratuito como o FreeMind (http://freemind.sourceforge.net/wiki/index.php/Download).
Os Mapas Mentais não são utilizados somente na gestão de projetos, também são muito eficazes nos planejamentos nas áreas de manutenção, produção, finanças, etc.
Vamos tentar?

Nota: A técnica dos Mapas Mentais pode não ser para todos, mas é um bom exemplo de que uma imagem vale mais que mil palavras. Funciona como uma gestão visual para o planejamento de qualquer atividade, auxiliando a visualização das informações e possibilitando ao usuário uma maior eficácia para atingir as metas de uma forma organizada.

Hélio Pinesso – Executivo Sênior e Consultor em Project Management and Maintenance Management.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A Capabilidade e a Gestão de Suprimentos



“Não podemos ignorar a crescente capabilidade das pessoas, processos e tecnologias."


Variação é a raiz de todos os males, já dizem os sábios que aprenderam e utilizam as ferramentas do Lean Tkinking, e capabilidade é uma medida importante dentro de todos os processos.

A diminuição da grandeza das variações, melhora da capabilidade, deve ser observada em toda a cadeia da eficiência operacional.... mas  o que é essa cadeia?

A Cadeia da eficiência operacional é a capacidade de uma empresa oferecer produtos ou serviços aos seus clientes com o menor custo e alta qualidade.
Para que haja uma maior eficiência operacional é necessário que toda a Cadeia de Suprimentos de uma empresa esteja integrada, consolidando parcerias, otimizando e racionalizando os processos internos, de forma facilitar os fluxos dos materiais e as informações.

Entendemos que podemos entender a Cadeia de Suprimentos em quatro grandes pilares:
  1. Planejamento de Materiais, que é como uma parceria com o departamento de vendas e marketing e é responsável por analisar a previsão de vendas e gerar o plano de compras e de produção (S&OP);
  2. Compras, sempre responsável por garantir que a empresa compre de forma adequada todos os seus insumos, materiais, matéria prima e serviços necessários ao dia a dia da empresa;
  3. Produção, responsável pela coordenação de todo o processo de fabricação conforme plano estabelecido pelo sistema S&OP;
  4. Logística, responsável pelo recebimento, armazenagem, movimentação de matéria prima e produto acabado bem como, a separação dos pedidos de vendas, expedição dos materiais e o “customer service” que garanta a satisfação do cliente.


Acostumados estamos a falar sempre na qualidade e capabilidade da produção... e a qualidade e capabilidade dos outros pilares?

Empresas líderes de mercado estão desenvolvendo um modelo de excelência operacional que alinha objetivos financeiros e todos os operacionais considerando as pessoas, processos e tecnologia, entendendo sua capabilidade, melhorando a Gestão da Cadeia de Suprimentos.

Dentro destes quatro pilares, é importante notar que a capabilidade das pessoas, processos e tecnologia deve ser entendida como um processo que tem sua variação e deve ser entendido com essa variação natural.

Pessoas hoje, por exemplo, trazem uma riqueza de capital intelectual, como certificação 6sigma e a aplicação do Lean, que deveriam ajudar a compreender e melhorar as métricas aplicáveis aos quatro pilares.

Vivemos momentos de rápidas transformações, e sabemos que existem dificuldades para os tomadores de decisões ligarem todos os indicadores, e essa dificuldade podem estar distanciando suas empresas de atingirem a Excelência operacional.

Nossa experiência mostra que o completo potencial que essas métricas oferecem não estão sendo utilizados, porque muitas vezes não existe a habilidade de execução de um ciclo completo de PDCA... temos o conhecimento teórico mas não estamos aplicado de forma adequada.

Com um bom sistema para medir o progresso dentro da estrutura de excelência operacional, podemos avaliar e comparar desempenhos e capabilidades, e assim entender e priorizar áreas que estão afetando o resultado do negócio.

E com um bom resultado da Gestão da Cadeia de Suprimentos afetaremos de forma positiva a política de sustentabilidade, implicando na diminuição das necessidades de capital de giro, na utilização de menos recursos, um menor grau de endividamento, no aumento dos índices de liquidez, e como resultado final a satisfação do cliente .  

Boa semana!!                                                        

Hilton Froldi Jr. – Executivo Sênior de Supply Chain Management
Irani Faria Franco – Master Lean Six Sigma Black Belt - Especialista
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